Instinto paterno ou fraterno?
Esse é um texto passado, que deixei em rascunho mas após lê-lo imaginei que seria legal publicá-lo…
Hoje aconteceu algo que me fez pensar se é o meu instinto paterno ou fraterno que está aflorado. Falo isso porque ao chegar no trabalho soube que um amigo perdeu o bebê que sua esposa estava esperando e isso me deixou muito abalado. Não sei afirmar se fiquei tão abalado porque gosto muito do casal ou se porque eu e minha esposa pensamos em ter filho e isso atiçou meu instinto paterno.
Fico imaginando como deve ser o turbilhão de emoções que acontece numa situação dessas. Há alguns dias nos sentávamos para um almoço regado a bons vinhos comemorando sua paternidade e hoje tentávamos distrai-lo para que não se lembrasse do que havia acontecido.
Por estar mais maduro acabo me colocando na mesma situação que ele e pensando em como deve ser difícil em um momento ter seu coração tomado de tanta felicidade e em outro, tamanha tristeza… Acabo questionando se o que me tornou tão sensível foi meu sentimento paterno, a vontade de querer ter filho em um dia com o risco de perdê-lo, ou fraterno, de me sentir tão mal por um amigo querido.
Enfim, acho que é uma mistura dos dois. Resta saber se quero arriscar…
Fique bem, 2008
E assim se foi o último ano. Fique bem, 2008.
A última quinta-feira deu início a mais um ano. Começou 2009 e com ele, muita risada, jogos, sorrisos, churrascos, crepes, risotos, mais risadas, muitas gargalhadas, a “orquestra sinfônica” marcou presença. Foi um início de ano delicioso, com minha amada esposa e queridíssimos amigos além da grata presença da mana e cunhado.
Foi uma viagem para começar o ano com pé direito. Pessoas muito queridas, num lugar que adoro e sou suspeito para falar a respeito. Uma das graças que desejo receber esse ano é a de poder manter o “pedacinho do paraíso” funcionando para que possamos repetir a dose, reavivar as boas lembranças dos momentos que passamos por lá e criar muitas outras.
Pessoas queridas que nunca imaginei que estariam comigo lá, estavam e isso me fez muito feliz. Foi ótimo terminar o ano com pessoas que sabem apreciar bons momentos de lazer. Teve de tudo, piscina, sol quente, banho de chuva, espumante (pelo menos uma garrafa), fogos, pipoca, fotos, videos, tudo que é preciso para que um feriado se torne agradabilíssimo.
Mas enfim, chegamos ao fim. Acabou a mamata. Como disse um amigo, triste volta a realidade. Agora é nos prepararmos para mais 360 dias e rezar para que os vários feriados que teremos esse ano cheguem logo para que possamos repetir a dose.
Fique bem, 2008. Valeu a força. Bem-vindo, 2009, vem com tudo que estamos com as energias renovadas.
Fim de ano
Enfim, o fim. Mais um ano que está terminando em alguns dias. Como todo mundo, aproveito o fim do ano para refletir, tirar conclusões e avaliar os prós e contras do ano que passou. Mas esse ano, tem um porém. Sem pensar muito, sei dizer que esse foi o ano dos prós para mim, com alguns pequenos contras.
Pense bem. Nesse ano eu: me formei Administrador, atingi um cargo profissional decente numa empresa relativamente sólida, estou prestando serviço para uma outra empresa, essa sim, extremamente sólida, parece que conseguiremos manter meu pedacinho do paraíso, vi meu irmão várias vezes no ano, completei mais um ano de namoro/casamento feliz, conquistei algumas coisas que queria, tive criatividade suficiente para pensar em outras, uma amiga me deu uma sobrinha, outras me darão outras ano que vem, cresci, amadureci, estou conquistando meu espaço aos poucos, e mais um monte de coisas que aconteceram que não lembrei de listar. Ora, seriam necessários muitos contras para fazer com que eu lamentasse ao invés de agradecer.
Sendo assim, acho que termino aqui mais um post desse ano, o último provavelmente, sem muito o que dizer além de obrigado.
Ah sim, há algo que quero registrar, que ano que vem pretendo me dedicar mais ao meu hobby de escrever. Estou com umas idéias em mente, vamos ver se consigo.
Bom, vou ficando por aqui. Desejo um feliz ano novo a todos que gastam um tempinho passando por aqui e me lendo. Feliz Ano Novo! E para os que estão lendo isso já em 2009… Seja bem-vindo a um ano repleto de realizações!
Sentimentos verdadeiros, ações involuntárias
Já se pegou agindo de uma forma diferente ou fazendo algo que não costuma fazer sem perceber? Hoje aconteceu isso. Ou melhor, aconteceu e eu não percebi, mesmo.
Em Janeiro de 1998 meu pai faleceu. Desde então, seja no seu aniversário de nascimento ou de morte, eu, involuntariamente, fico me sentindo mal, disperso, introspectivo e outras sensações semelhantes, sem que eu perceba e assim dura o dia todo. Isso vem acontecendo ao longo desses anos até o dia de hoje.
Hoje, diferente dos outros anos, eu não relacionei o dia à data do seu aniversário e, talvez por isso, não fiquei mal como costumo ou costumava ficar. Não minto que nesse momento eu estou me sentindo meio mal por ter lembrado mas de certa forma, fico feliz pela forma como lembrei.
Agora à noite, desci para comprar nosso lanche no mercado aqui perto de casa e, sem perceber, para suprir uma certa necessidade de doce que tenho de vez em quando, peguei um chocolicia. Acontece que quando éramos pequenos e passávamos férias em nossa casa, num belo dia meu irmão mais velho pegou um chocolicia que meu pai tinha comprado e colocou no refrigerador para gelá-lo. A experiência deu tão certo que a partir daí colocávamos todos no congelador e, percebendo isso, meu pai passou a comprar o biscoito todo fim de semana quando fazia as compras para nós. Até um dia que ele se superou e nos trouxe uma caixa com um monte de chocolicia com um suco Tamba que existia na época. Foi hilário! Até porque os sucos eram de maracujá que combinavam perfeitamente com biscoito de chocolate, certo?!
Bem, essa história marcou tanto que contei para a minha esposa e hoje, quando ela viu o chocolicia no freezer, me perguntou se era uma homenagem ao meu pai. Na hora discordei, lógico. Afinal, eu fiz aquilo porque queria um doce mas ela disse que a primeira coisa que pensou foi nele ao ver o biscoito. Sinceramente, na hora eu não liguei uma coisa a outra e continuei o que estava fazendo mas aí, quando abri novamente o congelador, tudo ficou claro: o biscoito, meu pai e claro, o dia de hoje.
Acho que nesses dez anos eu não havia abstraído tanto o aniversário do meu pai como hoje. Ainda mais depois de termos comentado isso essa semana. Mas, como Deus é justo, não sai ileso desse dia. Ao lembrar que dia era hoje, abri um sorriso que não cabia em minha boca, me emocionei e decidi vir escrever essa homenagem a ele e dar-lhe os parabéns.
Parabés, meu gordo! Esteja onde estiver, parabéns e obrigado por, mesmo de longe, me fazer sorrir nos momentos mais inusitados. Te amo!
só refletindo
Queria muito poder me dividir em determinadas situações. Isso seria vital quando se ama uma pessoa e quer fazer suas vontades. Hoje passei por uma situação onde queria estar em um momento diferente, sem muita vontade própria, só para poder estar com quem amo já que ela deveria estar com outros que ama.
Mesmo quando amamos, temos que manter algumas prioridades. Nossos pais, na maioria dos casos, são uma delas. Estar com nossos pais no momento que precisam é incalculavelmente mais importante que ceder aos nossos desejos de não nos afastarmos de quem gostamos de estar juntos quando podemos estar juntos.
Amo meus sogros mas estão longe. Longe o suficiente para eu ter que refletir sobre o meu momento atual para estar com eles. Acontece que nesse momento eu estou mais eu. Momentos de mudanças me fazem refletir sobre o que esperar delas, como me preparar, como reagir e estar preparado para uma possível resposta, positiva ou negativa para a dúvida: será que tomei a decisão certa?
Hoje eu acredito que sim. Inclusive acredito ter tomado a decisão certa para todas as questões que circulam minha cabeça. Acontece que o novo me causa isso, essa ansiedade para saber se será tão bom quanto espero, esse momento de reflexão sobre qual o próximo passo agora que dei esse, etc, etc. Até a decisão que tomei de tirar um tempo para mim eu achei certa apesar de não ter sido premeditada. Duro é lidar com a saudade que sentia antes mesmo dela começar.
Tirar um tempo para você não quer dizer apenas ficar sozinho mas sim, abrir mão de estar com outros que você gosta de estar. A pessoa que mais amo e que sempre me ajuda nas minhas questões acaba não podendo ajudar quando essas questões são internas e é aí que prefiro que ela esteja se sentindo mais útil aos pais do que a mim pois nesse momento não há como.
Sei que ela também está mal de saudade. Felizmente temos algo que poucos casais tem. Não precisamos falar, basta trocarmos olhares para entender que ela quer ir mesmo querendo ficar e eu quero ficar mesmo querendo ir. E é aí que voltamos àquela história de como seria bom, se pudessemos nos dividir…
Agora eu entendi!
O texto abaixo é de autoria da psicóloga, especialista em sexologia e terapia de casais, Carla Moura e explica um pouco do meu charme. Divirtam-se!
“Tenho um conselho valioso para dar aqui: se você acabou de conhecer um rapaz, ficou com ele algumas vezes e já está começando a imaginar o dia do seu casamento e o nome dos seus filhos, pare agora e me escute! Na próxima vez que encontrá-lo, tente disfarçadamente descobrir como é sua barriga.
Se for musculosa, torneada, estilo ‘tanquinho’, fuja! Comece a correr agora e só pare quando estiver a uma distância segura. É fria, vai por mim.
Homem bom de verdade precisa, obrigatoriamente, ostentar uma barriguinha de chopp. Se não, não presta. Estou me referindo àqueles que, por não colocarem a beleza física acima de tudo (como fazem os malditos metrossexuais), acabaram cultivando uma pancinha adorável. Esses, sim, são pra manter por perto. E eu digo por quê.
Você nunca verá um homem barrigudinho tirando a camisa dentro de uma boate e dançando como um idiota, em cima do balcão. Se fizer isso, é pra fazer graça pra turma e provavelmente será engraçado, mesmo.
Já os ‘tanquinhos’ farão isso esperando que todas as mulheres do recinto caiam de amores – e eu tenho dó das que caem. Quando sentam em um boteco, numa tarde de calor, adivinha o que os pançudos pedem pra beber? Cerveja! Ou coca-cola, tudo bem também. Mas você nunca os verá
pedindo suco. Ou, pior ainda, um copo com gelo, pra beber a mistura patética de vodka com ‘clight’ que trouxe de casa.
E você não será informada sobre quantas calorias tem no seu copo de cerveja, porque eles não sabem e nem se importam com essa informação.
E no quesito comida, os homens com barriguinha também não deixam a desejar.
Você nunca irá ouvir um ah, amor, ‘Quarteirão’ é gostoso, mas você podia provar uma ‘McSalad’ com água de coco. Nunca! Esses homens entendem que, se eles não estão em forma perfeita o tempo todo, você também não precisa estar.
Mais uma vez, repito: não é pra chegar ao exagero total e mamar leite condensado na lata todo dia! Mas uma gordurinha aqui e ali não matará um relacionamento. Se ele souber cozinhar, então, bingo! Encontrou a sorte grande, amiga.
Ele vai fazer pra você todas as delícias que sabe, e nunca torcerá o nariz quando você repetir o prato. Pelo contrário, ficará feliz.
Outra coisa fundamental: homens barrigudinhos são confortáveis!
Experimente pegar a tábua de passar roupas e deitar em cima dela. Pois essa é a sensação de se deitar no peito de um musculoso besta. Terrível!
Gostoso mesmo é se encaixar no ombro de um fofinho, isso que é conforto. E na hora de dormir de conchinha, então? Parece que a barriga se encaixa perfeitamente na nossa lombar, e fica sensacional.
Homens com barriga não são metidos, nem prepotentes, nem donos do mundo. Eles sabem conquistar as mulheres por maneiras que excedem a barreira do físico. E eles aprenderam a conversar, a ser bem humorados, a usar o olhar e o sorriso pra conquistar. É por isso que eu digo que homens com barriguinha sabem fazer uma mulher feliz.”
Tempo de mudanças
E quem mudará o tempo
que faz tempo que não muda?
Nós mudamos o tempo,
ou o tempo que nos muda?
Seria bom ter tempo para pensar no tempo
mas com esse tempo, não poderíamos
fazer coisas melhores para passar o tempo?
O tempo me mudou ou eu que mudei com o tempo?
Ah, tempo bom que se foi…
Um tempo onde eu tinha tempo para fazer
tudo que queria para passar o tempo…
Hoje não tenho tempo para fazer tudo que quero
ou talvez, queira fazer muito em pouco tempo
Sei que um dia, terei muito tempo
para pensar no tempo em que não tinha tempo.
por Roberto Califfa, 2008
iPhone 3G
O que levaria centenas de pessoas a acamparem em uma fila para aguardar dias por algo? O que te levaria a isso? Brindes? Prêmio da loteria?
Outro dia quando cheguei no trabalho um amigo me mostrou uma foto de pessoas na fila aguardando a venda do iPhone 3G. Não seria estranho se a fila fosse de uma espera de horas mas não, era de dias. Uma galera, acampada em frente a loja da Apple, sem nem saber se haveria quantidade suficiente, aguardando um produto que seria lançado dali a 5 dias! “- Nêgo é louco!” – disse meu amigo.
Loucura? Talvez. Acontece que isso é a força do marketing e, principalmente, da marca. Era a Apple. A gigante que tem como trunfo, um gênio das inovações. Tudo bem, sou sim viciado em tecnologia, mas não sei se seria capaz de fazer parte dessa fila. Afinal, o iPhone 3G será lançado mas não será edição limitada. Não lembro de nada parecido quando a LG lançou o seu PRADA, que também era um aparelho touch-screen.
Lembro quando o primeiro iPhone foi lançado e também foi essa febre. Mas dias depois, era manchete pela quantidade de aparelhos com problemas, pessoas que não conseguiram seus aparelhos, etc etc. Pelo visto, isso não abalou nem um pouco o poder que esse aparelho tem. Qualquer viciado em tecnologia quer ter um iPhone. Óbvio que quero ter o meu! E ainda tenho o azar de morar num país onde viciados em tecnologia sofrem horrores por causa do alto valor dos produtos que tanto almejam.
Bom, como não tenho nenhuma viagem marcada para qualquer lugar que tenha uma loja da Apple, só me resta, como bom viciado, aguardar a Claro informar quanto valerá o iPhone que ela está autorizada a vender. O que me irrita é que provavelmente, as ofertas incríveis serão para aqueles que ainda não são clientes. Sendo assim, só me resta esperar.
Perto do fim, próximo ao início
Ontem foi meu último dia de aula na faculdade. Isso, último dia de aula. Tudo bem, ainda tenho uma semana de provas, a última semana de provas, as últimas provas dos últimos três anos! Isso quer dizer que ainda não acabou mas estou próximo, bem próximo de um fim que há, pelo menos, oito anos é aguardado.
Nah… não vou reviver o passado e os erros que cometi nele. Só estou levantando um ponto importante. O último dia de uma fase que levou oito anos para terminar… Mas que, mesmo depois de tanto tempo, terminou. Isso que importa.
Estava preenchendo um formulário que devo entregar para o convite da formatura e tive que escrever uma frase mas, como sintetizar em 250 caracteres uma vida de 10 anos? Foi aí que me lembrei de frases que venho colhendo ao longo do tempo e dentre elas, lembrei-me de uma que um ex-diretor meu me disse há algum tempo, em roda de bar (onde normalmente as pessoas se inspiram mais), que era: “O importante é não perder de zero!” E não é que faz sentido?
Se eu tivesse me entregado, deixado rolar e nada tivesse feito para correr atrás do prejuízo, tinha ficado no 0 mesmo. No entanto, corri atrás e fui além, meti um gol há exatamente um ano atrás me formando em Análise e agora mais um! 2×1 para mim! É, tempo ruim… acho melhor você tirar seu time de campo que dessa vez não vai dar pra você não…
Apesar de ter me feito refletir, decidi por uma frase de um comediante americano, Milton Berle, que diz assim: “Se a oportunidade não bate, construa a porta”. Escolhi essa porque, pensando bem, é isso que eu tenho feito na minha vida depois que decidi me reerguer. Estou ficando especialista em construir portas. Comecei com portinholas, aos poucos fui construindo maiores, com mais espaço e assim vou até construir aquela que me satisfará.
Nesse trajeto, construindo portas, tive ajuda de muitas pessoas que não me deixavam desanimar quando elas emperravam ou eu precisava de força para construir uma maior. Minha família, de nascença e por matrimônio, tiveram grande participação em todos esses anos. Não me deixavam desanimar e, mesmo inconscientemente, me davam forças para continuar. Quantas foram às noites que perdi para cuidar de afazeres da faculdade, para quantos aniversários me atrasei porque tinha aquela aula que não poderia faltar. Trabalhos que não tive paciência de fazer, provas que miraculosamente me rendiam boas notas, enfim, tudo que passei nos últimos anos.
Como diria o artista no fim do show: “A todos, meu muito obrigado e nos vemos na próxima…”
A importância do “saber”
Não discordo da importância do saber, aquele saber que conquistamos através dos livros, estudos, e outras fontes de informação. Refiro-me ao saber que você adquire ao tomar conhecimento de um fato ou situação. Simplesmente, saber.
Essa idéia surgiu quando vi uma pessoa tendo a oportunidade que eu não tive de saber algo que eu só descobri quando já não dava mais. Ou até dava, mas por uma questão de princípios, preferi pensar que não.
Quando você sabe, você tem a chance de escolher se aceita ou não aquela situação, mas quando você não tem essa oportunidade, fica entregue ao destino, ao acaso ou qualquer outra situação que lhe traga tal conhecimento.
Aposto que alguns que lerem isso pensarão: “Mas que diabos ele está falando?” e de certa forma a intenção é essa mesma. Que leiam e pensem no que o artigo diz e não em uma situação específica.
Há coisas que opto por não saber. Por exemplo, compro um bilhete surpresa da mega-sena, mas não faço idéia dos números escritos ali. Apenas espero o dia do sorteio e entrego para minha linda esposa ver o resultado e descobrir se nos aposentamos ou não. Optei por isso para não me viciar ou ficar preso ao jogo. Sabe aquela coisa de “isso não vicia! jogo há mais de 20 anos e não sou viciado”? Pois é, não quero ser mais um. Simplesmente, me aproveito da oportunidade de ter uma casa lotérica ao lado do meu trabalho e quando passo na porta e lembro, aposto. Quem sabe um dia o destino não me dá uma mãozinha?